As tensões no Oriente Médio ganharam um novo capítulo nessa segunda-feira. O premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que o país está disposto a apoiar os esforços do Líbano para desarmar o Hezbollah
- Em troca, Israel reduziria gradualmente sua presença militar no território libanês — medida que seria coordenada com os EUA.
A promessa vem 9 meses após o cessar-fogo que encerrou a guerra de 14 meses entre Israel e o grupo apoiado pelo Irã, conflito que matou mais de 4 mil pessoas.
Beirute aprovou neste mês a proposta americana para desarmamento da milícia até o fim do ano, mas o Hezbollah insiste em não abrir mão de suas armas sem a retirada total das Forças de Defesa de Israel.
- 🇮🇱 Para Tel Aviv, a nova iniciativa pode ser a oportunidade de restaurar a autoridade das instituições libanesas.
- 🇱🇧 Para Beirute, a reconstrução e a ajuda internacional dependem de um impasse: se o Hezbollah aceitar ou não abrir mão de seu poder militar.
No final, a disputa pode definir se o Líbano dará um passo rumo à estabilização ou se seguirá preso no impasse entre Estado, milícia e os vizinhos israelenses.
Bottom-line: Ainda falando sobre Israel, um ataque israelense a um hospital no sul da Faixa de Gaza deixou 20 mortos, incluindo 5 jornalistas de agências de notícias como Reuters e Associated Press.
Da Redação do Mais55/Com informações do The News



