Um projeto liderado por um cientista brasileiro pode revolucionar o diagnóstico precoce do Alzheimer.
A proposta é simples e promissora: Usar a saliva para identificar biomarcadores da doença com até duas décadas de antecedência.
Desde 2012, o brasileiro vem desenvolvendo um método não invasivo e de baixo custo que detecta a presença da proteína pTAU — associada ao Alzheimer — em diferentes faixas etárias.
- Segundo ele, a saliva reúne centenas de substâncias que refletem alterações no organismo.
Hoje, o Alzheimer é classificado como uma doença em contínuo — ou seja, ela se desenvolve silenciosamente, passando por uma fase pré-clínica antes dos sintomas cognitivos.
Os exames tradicionais são caros, invasivos e baseados em exclusão. O novo modelo, por outro lado, pode permitir intervenções precoces e foco na prevenção, com controle de fatores de risco como obesidade, sedentarismo e má alimentação.
O Alzheimer deve afetar 75 milhões de pessoas no mundo até 2030, especialmente em países de renda média e baixa.
Da Redação do Mais55/Com informações do The News



