O segundo mandato de Trump tem sido tudo menos previsível. Seis meses após voltar à Casa Branca, o presidente enfrenta uma economia americana estável, mas cercada de incertezas.
- ✅ A inflação está em 2,7%, o desemprego em 4,1% e o S&P 500 acumula alta de 4,1%;
- ❌ O crescimento do PIB desacelerou, o consumo recuou e o setor de construção está no menor nível desde 2020.
As tarifas de importação — com direito a “Dia da Libertação” e taxações para 185 países — provocaram pânico nos mercados e forçaram Trump a recuar no tarifaço, pelo menos parcialmente.
Mesmo assim, as consequências vieram. O FMI reduziu a projeção de crescimento global para 2025 de 3,3% para 2,8% e classificou as tarifas como “fonte de turbulência”.

Com menos previsibilidade, empresas pisam no freio, e o Fed encontra mais obstáculos para controlar a inflação. A situação se agrava com os frequentes ataques públicos de Trump ao presidente do banco central, Jerome Powell.
Enquanto isso, o mercado ainda tenta decifrar quais serão os próximos passos do presidente no setor econômico. Por enquanto, há mais perguntas do que respostas — e muitas tarifas no caminho.
Da Redação do Mais55/Com informações do The News



