Profissionais da saúde e movimentos populares promovem a 1ª marcha nesta quarta (18), com críticas ao déficit de leitos, ausência de concursos e estrutura hospitalar precária
Na manhã desta quarta-feira, 18 de junho de 2025, às 9h, profissionais da saúde, sindicatos e movimentos populares se reunirão em frente à Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) para a realização da 1ª Marcha pela Saúde Pública do DF, com destino ao Palácio do Buriti.
🏥 Principais reivindicações
A diretora do Sindicato dos Auxiliares e Técnicos em Enfermagem (Sindate), Josy Jacob, destacou os objetivos centrais do ato:
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Ampliação do número de leitos hospitalares;
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Melhoria da infraestrutura física dos hospitais, hoje considerada precária;
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Contratação de médicos, enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais, por meio de concursos públicos.
Atualmente, o DF abriga cerca de 2,98 milhões de habitantes, sendo que aproximadamente 2,01 milhões (67,5%) dependem exclusivamente do SUS.
📅 Ato anual e urgência política
A marcha visa se consolidar como ato anual, servindo como cobrança política especialmente em ano eleitoral. “Queremos […] marcar essa primeira marcha no calendário de lutas e fazer com que o governo, seja ele qual for, assuma um compromisso real com a população”, explica Josy.
O último concurso público para a Secretaria de Saúde do DF foi realizado em 2018, ofertando apenas 72 vagas, sem reposição adequada do quadro de profissionais.
🤝 Solidariedade e expectativas
O ato reflete o crescente descontentamento com a precária gestão da saúde pública no DF. Atendimentos sobrecarregados em UPAs e hospitais, aliados à ausência de investimentos e profissionais, alimentam tensões. A comunidade aguarda respostas efetivas do governo para encerrar o ciclo de precariedade.
Resumo: a Marcha pela Saúde Pública do DF é um protesto organizado por profissionais e movimentos sociais que cobram melhorias urgentes no SUS local. Entre os pontos principais estão a contratação por concurso, expansão de leitos e modernização da infraestrutura hospitalar.
Da Redação do Mais55



